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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

#SUPLEMENTO #HEALTH - Pholia Roja, Pholia Negra e Pholia Magra

Fala time! Mais uma sugestão topíssima da querida Julia aqui para o Blog! Confere o post sobre o 5-HTP também!


Conhecidos como "desacopladores de gordura", esses fitoterápicos (podem ser encontrados em cápsulas, extratos ou chás) prometem reduzir a gordura localizada (em abdômen, braços, pernas, etc) aumentando o metabolismo interno da célula de gordura, para que a mesma consuma mais energia (ou seja, aumenta o consumo de glicose e gordura no organismo). Prestaram atenção? Eles agem diretamente na célula de gordura!

São utilizados para o emagrecimento e controle de peso, uma vez que agem reduzindo a síntese de tecido adiposo (reduz a formação da gordura) e promovendo sensação de saciedade, controle de apetite e redução da compulsão alimentar. Tem sido importante no tratamento e prevenção de síndromes metabólicas e obesidade.

Dentro os efeitos e benefícios, além de acelerar o metabolismo, estes fitoterápicos também são potentes antioxidantes, anti-inflamatórios, reduzem colesterol, reduzem triglicérides, reduzes ácidos graxos livre, reduzem os níveis de leptina e regulam os níveis de insulina em jejum, eliminando toxinas pela urina e suor.

Para se ter uma ideia a Camelia sinensis (chá branco) é da mesma família.

Os fitoterápicos são encontrados em farmácias ou podem ser manipulados (discutiremos um pouco sobre isso no resumo).


Dicas:

Recomenda-se seu consumo com grande quantidade de água (cerca de 2 copos) antes das principais refeições.

E para potencializar seus efeitos, recomenda-se o consumo de chá verde associado!




Composta pela associação de Baccharis e Lichia sinenses, é um produto importado e por conta disso é um pouco mais caro (você encontra acima de R$100,00 em farmácias comuns, podendo chegar à R$ 400,00 em farmácias de manipulação, uma vez que o dólar tem grande influência no seu valor).

Sua dose recomendada é de cerca de 200mg antes do almoço e jantar.

Promete uma evidente redução de medidas em apenas 30 dias de uso.

Mas ATENÇÃO: Não é indicado para gestantes (tem efeito abortivo), cardíacos (pode ocasionar hipotensão) e diabéticos (potencializa medicamentos hipoglicemiantes).

Para quem quiser se aprofundar no estudo científico, é só clicar aqui.



Pholia Negra

Utilizada por indígenas há séculos, é uma associação de extratos (chamada de Ilex sp.) encontrada no sul do Brasil.

Age também retardando o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e reduzindo a fome.

Promete cerca de 10% de redução de peso em 30 dias.

A dose varia de 50-100-200mg 30 minutos antes das principais refeições, ou seja, consulte seu médico.

Seu valor é um pouco mais em conta, variando entre R$ 50-100,00.



Pholia Magra

Também de origem brasileira, a Cordia eucalyculata vell contém alta concentração de cafeína, possuindo ainda ação termogênica e acelerando o metabolismo (deve ser evitada à noite, pois pode causar insônia) e também é altamente diurética (reduzindo a retenção de líquido). Em sua composição há ainda a Alantoína, que favorece a regeneração da pele e age diretamente nos vasos linfáticos, ajudando ainda mais a reduzir a retenção de líquido e reduzindo o risco de problemas cardíacos, uma vez que impede o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos. Também contém ácido alantóico (auxilia na redução da celulite), cloreto de potássio, taninos (antioxidantes) e óleos essenciais.

ATENÇÃO: cardíacos e hipertensos não devem consumi-la, pois a mesma pode causar taquicardia devido a alta concentração de cafeína. Também não recomenda-se seu uso em grávidas, lactantes, crianças e idosos.



RESUMINDO

Não existe milagre! Não adianta só suplementar, temos que manter uma rotina de exercícios físicos e uma alimentação saudável e adequada!

Conhecendo nosso país como conhecemos, eu indicaria a manipulação desse suplemento, pois não sabemos se o que contém dentro do recipiente corresponde a descrição do rótulo.

De qualquer forma, SEMPRE consulte seu médico!


Para quem se interessar em fitoterápicos, não deixe de conhecer o 5-HTP!


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terça-feira, 25 de outubro de 2016

#HEALTH - Vamos entender os tipos de gordura?

Gordura saturada, gordura trans, gordura monoinsaturadas... Mas e aí, o que isso quer dizer? Como sempre tento dizer à vocês, as gorduras também são essenciais para o nosso organismo, mas como tudo na vida, o excesso faz mal. Então, existe um tipo mais saudável? Hoje vamos esclarecer melhor cada tipo de gordura...


Importante ressaltar que até hoje os cientistas ainda não conseguem definir bem a função da gordura no nosso organismo e que alguns estudos sugerem não haver relação entre o consumo das temidas "gorduras trans" e doenças cardíacas, no entanto, isso não quer dizer que você pode sair se empanturrando, ok? E devemos lembrar que estamos falando sobre as gorduras, mas tome cuidado com o carboidratos também (são essenciais, mas nada em excesso!).

Outro ponto importante é que as gorduras são essenciais na absorção de outros nutrientes, como vitaminas A, D, E e K.


GORDURAS SATURADAS

Esse tipo de gordura é encontrado naturalmente em alimentos como carnes (porco e frango com pele, por exemplo) e produtos lácteos (como a manteiga e o queijo). Alimentos assados e fritos também contém esse tipo de gordura. Outro alimento que contém naturalmente é o Óleo de Coco.

Ao contrário do que se sabe há anos, as gorduras saturadas não fazem mal a sua saúde. Porque então ainda ouvimos falar isso? Porque as indústrias de alimentos se beneficiam disso, fazendo com que você consuma muito mais óleos vegetais e carboidratos refinados, sendo que estes sim, fazem mal à sua saúde.



GORDURAS INSATURADAS

As gorduras insaturadas são encontradas em produtos vegetais e são divididas em: Trans, Monoinsaturadas e Polinsaturadas.


- Gorduras Trans (Hidrogenadas)


Esse tipo de gordura é o único comprovado cientificamente que é maléfico ao nosso organismo (inclusive para o coração). São artificiais, ou seja, criadas desde a década de 50 a partir de óleos vegetais polinsaturados (soja, milho, canola, etc). São muito utilizadas para melhorar o sabor e aumentar o tempo de armazenagem, ou seja, a data de validade de muitos alimentos.

É aqui que devemos ter cuidado: muitos alimentos que contém a frase "livre de gordura trans" ou algo do tipo, provavelmente estão mentindo. Temos que olhar no rótulo, e se houver índices de gordura hidrogenada ou gordura parcialmente hidrogenada, é gordura trans!
Dentre os malefícios causados pela gordura trans estão a redução do metabolismo (dificultando o processo de emagrecimento, facilitando o acúmulo de gordura), elevam os níveis do mal colesterol (LDL) e reduzem os níveis do bom colesterol (HDL), promovendo uma inflamação no organismo e inclusive, reduzindo nossa resposta imunológica e ainda a longo prazo podem ocasionar doenças como Diabetes, Obesidade, Cardiopatias (infarto agudo), Artrites e diversos tipos de Câncer.

Principais alimentos ricos em gorduras trans: Bolos, Biscoitos (integrais ou não), Brownies, Defumados, Pizza, Pipoca de Microondas, Alimentos Congelados, Bolachas Recheadas, Molhos Industrializados, Frituras em geral com Óleos Vegetais, Alimentos Lights, etc.

Lembra o que eu disse no post sobre a Margarina? Que nem as moscas pousam? Pois é, isso por conta das Gorduras Trans.

Alguns alimentos naturais também contém gorduras trans e esses sim podem ser consumidos (lembrando que sem exagero), como é o caso da banha de porco (muito utilizada antigamente), manteiga, óleo de coco e a nata.


- Gorduras Cis Monoinsaturadas

É o tipo de gordura mais recomendado para consumo, sendo a mais saudável. Tem a capacidade de reduzir os níveis do colesterol ruim (LDL) e manter os níveis do colesterol bom (HDL). É encontrada no Azeite de Oliva, Abacate, Nozes e Óleo de Canola.



- Gorduras Cis Poli-Insaturadas

Também são recomendadas, porém em excesso podem reduzir os níveis do bom colesterol (HDL). É encontrada no milho, gergelim e óleo de soja.


Dica: Não consuma em associação com produtos farináceos (exemplo farinha de trigo), pois fará mal em dobro!


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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

#TREINO #HEALTH - Metabolismo

Fala time! Muitas vezes ouvimos falar sobre as fases do metabolismo durante os exercícios... Fase anabólica... Fase catabólica... Mas o que significa tudo isso? Hoje vamos simplificar tudo pra você!



O metabolismo, resumidamente, é um conjunto de processos físicos e químicos que ocorrem no nosso organismo, em geral para produzir energia. Ele é divido em duas fases:


CATABOLISMO

Fase temida pelos marombas. Porque? Porque basicamente é a quebra de uma substância complexa (tecido, molécula, etc) para obter outra substância simples, sendo chamada de fase de degradação, tendo por objetivo gerar energia. Essa fase libera substratos necessários para que ocorra o Anabolismo. Ou seja, é justamente a fase que queremos evitar na musculação, onde pode ocorrer a quebra de substâncias "musculares" para gerar energia, promovendo perda de massa muscular e desempenho.

No entanto, atenção: é nessa fase onde ocorre a queima da gordura.


ANABOLISMO

Essa nós adoramos! É a fase onde o organismo transforma uma substância simples em outra mais complexa que seja útil para o desenvolvimento e reparação, sendo chamada também de fase de síntese. Ela ocorre a partir da energia gerada no Catabolismo! O Anabolismo promove a síntese de aminoácidos, proteínas, lipídeos e muito mais. Por isso nós buscamos arduamente manter o anabolismo durante e após o exercício físico, para ter a hipertrofia.



Já vimos que as duas fases tem sua importância e uma depende da outra. Porém, quando o catabolismo supera a atividade anabólica o organismo perde massa, isso ocorre em períodos de jejum, doença ou temidamente após atividade física intensa, onde faltam substratos para a geração de energia e recuperação muscular, sendo utilizado a proteína muscular e outros substratos importantes para a hipertrofia. O catabolismo ocorre normalmente nas horas de sono (quando ocorre um jejum "fisiológico").

Obviamente, quando o anabolismo supera a atividade catabólica, o organismo ganha massa e por isso nos empenhamos tanto em manter o anabolismo justamente após a atividade física.

Durante a atividade física, nós temos como substratos para geração de energia os carboidratos e as gorduras, sendo que em atividades de alta intensidade são utilizados os carboidratos e em atividades de menor intensidade e tempo prolongado são utilizadas as gorduras.

"Durante um treino intenso, nosso corpo entra em estado catabólico e sem os nutrientes necessários ele se abastece dos aminoácidos presentes nos músculos, ou seja: você perde massa muscular. Para o corpo entrar em estado catabólico, ele precisa justamente desse “sinal” dado pela liberação dos BCAA dos músculos, interrompendo a síntese de proteínas musculares." - Leia mais: BCAAs

Enquanto que durante o catabolismo ocorre a perda de gordura, quanto mais massa muscular, mais a necessidade de substratos para o exercício, havendo maior queima de gordura como substrato! Ou seja, quanto maior a massa muscular, maior o consumo energético.

Curiosidade: Após os 30 anos de idade, ocorre uma redução de massa muscular progressiva fisiológica, por conta disso é importante manter uma rotina de atividades físicas para reduzir esse processo.



Tentei deixar tudo bem simples para vocês, pois realmente metabolismo rende muito assunto, envolvendo diversos processos celulares fisiológicos.

Confira também nossa categoria de Treino e Health.

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

#RECEITA #HEALTH - Azeite

Como prometido no post da Manteiga x Margarina x Creme Vegetal, hoje vamos falar tudo sobre o azeite!


Basicamente ele é adquirido após um processo de prensagem e centrifugação das Olivas. Ele contém cerca de 74% de gorduras monoinsaturadas e 13% de gorduras saturadas, sendo altamente calórico e contendo ainda polifenóis, antioxidantes, vitamina A, vitamina D, vitamina E (possui 72% da recomendação diária), vitamina K (possui 75% da recomendação diária), ferro, ômega 3 (0,76%) e ômega 9 (ácido oleico - 9,7%).

Dentre seus efeitos temos a redução do mal colesterol (LDL), redução da coagulação sanguínea, prevenção de doenças cardíacas, prevenção de diversos tipos de câncer, possui propriedades anti-inflamatórias, reduz o envelhecimento precoce, previne rugas, ajuda no crescimento capilar, ajuda a proteger nosso sistema nervoso de problemas que normalmente aparecem com a idade (como por exemplo a perda de memória) e até mesmo contra o diabetes (reduz o nível de açúcar no sangue devido as secreções hormonais que ele proporciona), melhora o funcionamento do estômago e pâncreas, acelera o metabolismo, melhora absorção de cálcio e minerais, regula a pressão arterial, é um poderoso antioxidante, ajuda o fortalecimento ósseo (previne a osteoporose) e prevenção de constipação. Ou seja, além de ter diversos benefício para o nosso organismo, ainda ajuda pele, unhas e cabelos!


Basicamente a diferença entre os tipos de azeite é a acidez e o processamento; e resumidamente, quanto menor a acidez, melhor é o azeite.


Azeite de Oliva Extra-Virgem

É o tipo mais estável, sendo resultado a primeira prensagem a frio, até 24 horas após a colheita. É o que possui a menor acidez: 0,8%. Também é o que possui mais sabor e consequentemente é o mais caro. Por não passar por nenhum processo químico durante a sua fabricação (somente processo mecânico) é o que tem maior concentração de nutrientes, antioxidantes e polifenóis.


Azeite de Oliva

Esse azeite passa por um processo de refinamento/filtragem para remoção de impurezas (inclusive sabor). É misturado com um pouco do extra-virgem para dar cor e sabor.


Uso Tópico?

Sim, muita gente utiliza o Azeite em máscaras de hidratação capilar ou facial, ou em misturas esfoliantes para o rosto e corpo, devido sua alta capacidade de hidratação e poderosos antioxidantes e vitaminas, sendo relatado ainda como auxiliar no tratamento de caspa capilar.



Considerações Importantes

Como já vimos, o melhor tipo é o extra-virgem. Além disso, na hora de escolher o seu azeite, é importante que ele seja prensado a frio e esteja em um recipiente de vidro escuro, pois a luz solar altera a composição do azeite, oxidando a gordura e tornando-o um óleo comum.

E como também falei no post da manteiga, ele não deve ser usado para fritar, pois isso causa oxidação da gordura, neste caso as melhores opções são Óleo de Coco, Manteiga, Óleo de Palma e Banha de Porco.

Ele pode ser cozido até 180ºC para que a oxidação seja mínima. Para facilitar, tanto o azeite como a manteiga, podem ser aquecidos até o ponto de fumaça, quando começa a quebra da gordura. Quanto mais puro, mais estável e maior o ponto de fumaça. O problema é que dificilmente conseguimos mensurar a temperatura dos alimentos cozidos no dia-a-dia e esse ponto de fumaça varia de acordo com diversos fatores, sendo um deles, o grau de refinamento do azeite.


Triste Realidade

Infelizmente no nosso país o Azeite é um produto muito fácil de ser fraudado, ou seja, muitos vem adicionados com Óleos Vegetais comuns para aumentar o rendimento e pouquíssimos (cerca de 8 entre 19 marcas) de fato, são extra-virgem.

Basicamente o Azeite é um produto um pouco mais caro, então desconfie de preços bons!


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terça-feira, 11 de outubro de 2016

#RECEITA #HEALTH - Manteiga x Margarina x Creme Vegetal

Qual você acha que é a opção mais saudável? Vamos descobrir?


Acredite, tanto a Manteiga quanto a Margarina possuem quase a mesma quantidade de calorias e ambas são fontes de sódio.


MANTEIGA

A manteiga existe há séculos e sempre foi muito utilizada na culinária francesa, servindo para conferir e ressaltar sabores, alterar texturas e dar brilho aos alimentos.

É um produto 100% natural, tendo como principal ingrediente o leite (gordura do leite). Assim como na produção de queijo, é necessário grande quantidade de leite para sua produção, cerca de 21 litros para cada 1kg de manteiga.

A manteiga contém cerca de 80%  de gordura (cerca 8g de gorduras saturadas), 70% de ácidos graxos saturados, além de conter colesterol, vitamina A e ácido butírico (anti-inflamatório e regulador a microbiota intestinal, além de estimular o sistema imunológico).

Além de ser um produto que contém nutrientes naturalmente, ela ainda aumenta a absorção de muitos outros nutrientes presentes em outros alimentos.

Estudos recentes demonstraram não haver relação entre as gorduras e o colesterol presentes na manteiga e doenças cardíacas.



MARGARINA

A margarina existe somente há cerca de 100 anos e ganhou muito espaço por ser chamada de "opção saudável" em relação a manteiga. No entanto, não é bem assim que as coisas funcionam. A margarina nada mais é do que a hidrogenação de óleos vegetais, contendo ainda gorduras trans para aumentar o tempo de conservação e melhorar a textura, ou seja, contém gorduras trans e saturadas.

Possui um teor de gordura em torno de 85% e somente cerca de 3% de gordura do leite. Podem ainda ter adição de vitaminas A, B2, D e E. Ou seja, é um alimento processado com nutrientes adicionados (encontramos também em sua composição alto teor de ácidos graxos trans).

Agora vamos mandar a real: a margarina aumenta o colesterol ruim (LDL) e reduz o colesterol bom (HDL), reduz a resposta anti-inflamatório natural do organismo, deprime a resposta imunológica, reduz a reação a insulina, triplica o risco de doenças coronarianas, aumenta em 5 vezes o risco de cancro e ainda reduz a produção de leite materno em gestantes. Segundo um estudo americano, a margarina aumenta em 53% a incidência de doenças cardíacas em mulheres, quando comparada à manteiga consumida na mesma quantidade.

Alguns outros estudos americanos ainda relatam que as gorduras presentes na margarina podem dificultar a transmissão de impulsos nervosos, aumentando a incidência de depressão.

A quem diga ainda, que a diferença entre a margarina e o plástico é de apenas 1 molécula e que se você deixá-la aberta em um local sombreado nada acontecerá, não pousarão moscas, nem apodrecerá, pois como não tem valor nutritivo, nada cresce nela.

Hoje em dia alguns produtos não passam pela fase de hidrogenação, ou seja, contém menor quantidade de gorduras trans e ainda podem conter fitosteróis e fitostanóis, os quais podem reduzir os niveis de LDL.

Existem ainda versões que não contém gorduras trans, nestas passou-se a utilizar a gordura esterificada, no entanto, alguns estudos mais recentes sugerem que este tipo de gordura seja mais danosa ao sistema em relação as gorduras trans.


CREME VEGETAL

O creme vegetal, como o próprio nome sugere, é feito apenas com gorduras vegetais. Conhecido como a opção mais saudável, tem o teor de lipídeos menor quando comparado à maioria das margarinas (cerca de 42-68% menor), zero colesterol, baixo teor de gorduras saturadas e calorias, é rico em ômega 3 e 6, vitaminas A e E.



RESUMINDO

Basicamente: Evite alimentos hidrogenados!

Não basta ficar fissurado em quantas calorias um alimento fornece ou mesmo se tem altas doses de sódio (lembre-se que o sódio também é essencial e que a nossa necessidade diária é de cerca de 6g) ou gorduras (também são essenciais, mas na quantidade adequada), temos que pensar nos demais nutrientes que o alimento fornece e o que eles trazem de benefícios ao seu organismo. Além disso, não é de hoje que sabemos que alimentos naturais superam alimentos processados (nosso organismo consegue digerir e metabolizar mais facilmente alimentos naturais).


Então a dica é: leia rótulos!

De qualquer maneira, sendo manteiga, margarina ou creme vegetal, recomenda-se o consumo de 1 colher de sopa rasa por dia (cerca de 15g).

E fica a dica: não aqueça nenhum dos três (isso serve para o azeite também, mas semana que vem você terá mais detalhes sobre o azeite aqui no blog!), pois o aquecimento muda a estrutura, podendo gerar radicais livres e outros compostos tóxicos.



Como opções mais saudáveis, temos o azeite extra-virgem (fica ligado... semana que vem, semana que vem!), manteiga de azeite (você pode adicionar ervas como salsinha, orégano, manjericão e alecrim ao azeite e levar a geladeira até endurecer), óleo ou manteiga de coco.

Me conta o que você achou nos comentários, no Google+ ou no Facebook! E não esqueça de curtir a nossa página!

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

#RECEITA - Desvendando o Ovo

Fala time! Como tinha prometido no meu Snapchat (me segue lá: workaholicfit), vamos falar tudo sobre ovos! Muita gente tem dúvida sobre o Colesterol, se faz mal consumir muitos ovos ou todos os dias e ainda sobre qual a melhor maneira de consumi-lo (sim, o preparo faz toda diferença)!


Lembra quando falamos que o Leite materno é o alimento mais perfeito que existe? Pois então, o ovo se encontra no segundo lugar!

O ovo é um alimento funcional que contém tudo que necessitamos (até porque dele sai uma vida, um ser completo), sendo utilizado em alguns países como parte do tratamento de Diabetes tipo II e obesidade. Praticamente um polivitamínico, nele encontramos vitamina A, vitamina B12 (cerca de 1,11mcg por ovo, importante para o sistema nervoso, onde estudos relataram menos risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer), vitamina D, vitamina E, vitamina K, Selênio, Magnésio, Manganês (combatem o envelhecimento precoce, aparecimento de rugas e reduz o risco de doenças crônicas e hipertensão), Zinco, Cálcio, Fósforo, Ferro, Folato, Colina (cerca de 300mcg por ovo), Antioxidantes (como a Tirosina e o Triptofano, ajudando na prevenção de câncer) e ainda a Zeoxantina e a Luteína (substância que melhora a visão). Além das vitaminas, também possuí proteínas (aproximadamente 6g de proteína por ovo, a Albumina sendo a principal) e gorduras, sendo as proteínas de alto valor biológico (aminoácidos essenciais).


EMAGRECIMENTO

Assim como as Fibras e o Óleo de Coco, as gorduras (boas) presentes no ovo promovem sensação de saciedade, auxiliando muitas vezes no processo de emagrecimento. A proteína contida no ovo também promove uma digestão mais lenta, retardando a sensação de fome, por conta disso, muitos indicam aderir o ovo ao café da manhã. Outra indicação é o consumo no final da tarde, uma vez que nesse horário sentimos mais vontade de ingerir doces.

Apesar de conter gorduras, o ovo possuí baixa caloria (cerca de 5g de gorduras, destas apenas 1,5g de gorduras saturadas, possuindo 70 kcal por ovo inteiro), podendo ser consumido diariamente. A clara possuí cerca de 15 kcal apenas, e não contém gorduras, nem colesterol. Ou seja, já ficou claro a importância da gema, né? É nela que se encontram a maior parte das vitaminas e minerais!

Quando consumido em conjunto com outros carboidratos, a pessoa pode ter maior dificuldade na perda de peso, não pelo ovo, mas pelo alto consumo de carboidratos. Caso você esteja aderindo o ovo a sua dieta, troque os carboidratos refinados por integrais ou outras opções (por exemplo, substitua o pão por tapioca).


HIPERTROFIA MUSCULAR

Falamos mais detalhadamente quando conversamos sobre a Albumina e os BCAAs. Basicamente, um dos aminoácidos essenciais presentes na clara do ovo, a Leucina, é responsável por maior ganho de massa muscular devido seu poder anabólico.


COLESTEROL

O maior e mais antigo mito sobre o consumo de ovos. É comprovado cientificamente que o consumo de ovos, ou melhor dizendo, o consumo de alimentos ricos em Colesterol não tem nenhuma relação com o aumento do Colesterol sanguíneo, nem está relacionado à doenças cardiovasculares. Apesar disso, pessoas que já possuem Colesterol alto ou Diabetes podem consumir no máximo 2-3 ovos por semana (1 ovo inteiro possui cerca de 200mg de colesterol).

Além disso, o ovo possuí Lecitina, responsável por reduzir a absorção de Colesterol no intestino.

Alguns estudos americanos indicam que é permitido o consumo de até 7 ovos por semana para pessoas saudáveis. Apesar de tudo isso, muitas pessoas saudáveis consomem mais de 1 ovo inteiro por dia, sem apresentar qualquer problema de saúde, havendo estudos que comprovam que pessoas que consomem 2 ovos por dia, não obtiveram alteração no colesterol sérico (o colesterol ruim, LDL). É importante lembrar que outros alimentos contém ovo na composição, como bolos e pães. Como tudo que sempre digo, é necessário manter uma dieta adequada e uma rotina de exercícios físicos, pois muita gente coloca a culpa em determinados alimentos, sem perceber o que mais ele está consumindo (alimentos mal cozidos, gordurosos, fast food, etc).

Outros estudos ainda relatam menor risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e coagulopatias em pessoas que consomem ovo diariamente.



ANTI-INFLAMATÓRIO

Alguns estudos comprovam que os ovos possuem propriedades anti-inflamatórias importantes, sendo utilizados em associação ao tratamento de artrites, enxaquecas, dores na coluna, etc.


PREPARO E ARMAZENAMENTO

Existe grande diferença na ingestão de ovos crus e cozidos. Grande parte da proteína da clara e da gema do ovo cru são perdidas devido a sua má digestibilidade, sendo extremamente recomendado que se consuma ovos cozidos! Para se ter ideia, o índice de digestibilidade da proteína do ovo cru é de cerca de 55%, enquanto que para o ovo cozido essa porcentagem chega a 95%.

Há ainda quem diga que o ovo frito se torna mais nutritivo que o ovo cozido, mas tenha o cuidado de prepará-lo com manteiga ou óleo de coco. Utilizar óleos vegetais (de soja, milho ou girassol) ou mesmo margarina, é realmente uma péssima ideia.

É recomendado que se armazene os ovos na geladeira, preferencialmente ao fundo evitando contato com os demais alimentos. Mantê-los na porta da geladeira pode ocasionar rachaduras nas cascas por conta da movimentação e variações na temperatura. Não lave os ovos antes de guardá-los na geladeira, essa umidade da casca favorece a entrada de microrganismos, o recomendado é que os lave e seque com papel toalha antes da utilização.


QUAL O MELHOR?

O ovo caipira supera o ovo de granja em muitos aspectos nutritivos. Seus níveis de vitaminas e proteínas são mais altos, então quando possível, prefira os ovos caipiras. Mas isso não quer dizer que os ovos de granja não sejam bons! Então cuidado para não ficar "bitolado" com coisas mínimas.

Os ovos de pata possuem maior índice de proteínas, porém também possuem maior índice de colesterol e gorduras.


Para quem quiser se aprofundar no assunto sobre o ovo, sua relação com Colesterol e Doenças Cardiovasculares ou mesmo averiguar seus valores nutricionais mais detalhadamente, veja esse trabalho científico sobre o Ovo e Sua Contribuição na Saúde Humana.


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terça-feira, 13 de setembro de 2016

#TREINO #HEALTH – Alongamento x Aquecimento

Fala galera! Hoje vamos desmistificar o alongamento e ressaltar a importância do aquecimento! Vamos falar do que e quando é ideal fazer e do que não fazer! Então, vamos lá...



ALONGAMENTO

O alongamento promove o estiramento das fibras musculares, causando microlesões, distensões da camada que reveste a musculatura e aumento da temperatura muscular, com o tempo isso gera maior flexibilidade e aumento do comprimento muscular, aumentando a amplitude de movimento da articulação em questão.

Tanto sedentários quanto praticantes de atividades físicas intensas, em diferentes graus, tem um encurtamento das fibras musculares e diminuição da sua flexibilidade. Ou seja, mesmo praticando atividades físicas (mesmo os esportes de longa duração), apesar de ocorrer o fortalecimento muscular, também ocorre à perda da flexibilidade e encurtamento das fibras, isso diminui a capacidade de gerar tensão máxima, podendo sabotar os ganhos para hipertrofia.

O alongamento promove um relaxamento muscular, reduzindo o aquecimento (apesar de elevar discretamente a temperatura corpórea), podendo aumentar o risco de lesões. No entanto ele ativa a circulação e ajuda na consciência corporal.

Não existem provas científicas de que o alongamento pré-treino reduz o risco de lesões, pelo contrário, existem diversos estudos provando que atletas que se alongam nesse período (o alongamento estático – aquele onde você se estica e segura alguns segundos), promove uma redução da força muscular e pode deixar os músculos mais vulneráveis a lesões.

Outros estudos demonstram que a flexibilidade aumenta ao realizar o alongamento pós-treino, o qual tem ainda a capacidade de reduzia dor muscular tardia ao promover um relaxamento e esfriamento do corpo.

Os efeitos benéficos do alongamento são vistos em longo prazo e não imediato. Entre eles, existe justamente a maior flexibilidade, maior comprimento das fibras musculares, ativa a circulação e estimula a renovação do colágeno, permitindo que as articulações e músculos suportem maior estresse nos exercícios.



AQUECIMENTO

Chega de desculpas! O aquecimento trás diversos benefícios, elevando a temperatura corporal e oxigenação, preparando seu corpo para o que esta por vir. Além disso, o aquecimento eleva a liberação de testosterona e adrenalina (ajudam a combater o acúmulo de gordura) e ajuda na lubrificação das articulações elevando a circulação.

A falta do aquecimento pré-treino pode levar à tendinite posteriormente.

O aquecimento, assim como o alongamento, também ajuda a desenvolver a consciência corporal e estimula a renovação do colágeno.



O QUE FAZER ENTÃO?

Pessoal, vou descrever aqui as recomendações feitas por especialistas, dando diversas opções.


Alongamento

O ideal é não realizar o alongamento estático pré-treino. Você pode substituí-lo pelo alongamento dinâmico (movimento circular com os braços e pernas), o qual acaba fazendo parte do aquecimento e auxilia no rendimento. Já no pós-treino você pode fazer o alongamento estático, para esfriar o corpo e relaxar a musculatura trabalhada (o alongamento estático deve ser feito de maneira suave e lenta).

Alguns especialistas recomendam que o alongamento estático pré-treino não ultrapasse os 45 segundos de execução, para que não haja redução de força, potência e velocidade (lembrando que menos de 15 segundo não gera efeito algum).

O alongamento pós-exercício intenso é considerado por alguns especialistas, mais prejudicial do que benéfico, uma vez que o músculo já se encontra com microtraumas. O ideal nesse caso seria esperar o corpo esfriar e então realizar o alongamento.

Para os efeitos do alongamento em longo prazo, sem prejudicar seu treinamento, o recomendado é que se pratique 2 vezes na semana, em períodos afastados do seu treino.


Aquecimento

Primeiramente, nunca se deve fadigar o músculo no aquecimento. O ideal é executar um aquecimento pré-treino! Ele deve durar cerca de 10 minutos (em dias frios ou pela manhã, o tempo de execução deve ser maior, uma vez que a temperatura corporal é menor nesses períodos) e deve ocorrer cerca de 5-10 minutos antes de se iniciar a atividade física.

Você pode executar o aquecimento específico para o músculo que você vai exercitar, executando-o com menos carga e podendo executá-lo de maneira mais rápida e com mais repetições (por exemplo: no treino de pernas, aqueça com agachamento e/ou afundo, sem carga e com cerca de 20 repetições; no treino de peito, aqueça com supino sem carga – só com a barra – também cerca de 20 repetições) ou ainda realizar um aquecimento geral, com exercícios aeróbicos de baixa intensidade durante 5-20 minutos (é o caso da esteira, bicicleta ou corda).



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terça-feira, 6 de setembro de 2016

#HEALTH #RECEITA – Leite



Fala time! Hoje vamos falar sobre um assunto muito polêmico. Muitos não irão acreditar, muitos irão contestar, mas eu espero de coração, que muitos mudem de ideia.

Para essa discussão precisaremos de mentes abertas. Primeiramente, esqueçam tudo que vocês sabem sobre o leite, porque tudo que te disseram está errado e eu vou mostrar.



VAMOS LÁ...

O leite está presente na alimentação humana a mais de 8 mil anos.

Acredito que todo mundo aqui saiba que as mídias são manipuladoras, muitas vezes distorcendo informações de acordo com o pagamento que recebem. Dito isto, sabe por que te fazem tomar leite? Porque as indústrias precisam que vocês tomem para continuar vendendo, só por isso.

Sabe aquela história de o leite ser “o alimento mais perfeito”? Isso tem sido distorcido a MUITO tempo. O leite materno é sim o alimento mais perfeito, porque ele é único e é formado a partir das necessidades da cria, para estimular o crescimento, bom funcionamento do organismo e fortalecimento do sistema imunológico. Deu pra entender? O leite de vaca tem ótimos nutrientes PARA O BEZERRO.


Se você parar para pensar, nós humanos somos a única espécie que mantém o consumo de leite quando adultos e ainda tomamos o leite de outra espécie!

Antes de entender tudo errado (como as pessoas sempre fazem), o consumo de leite bovino é recomendado sim, PARA CRIANÇAS. Quando nos tornamos adultos, nossa necessidade nutricional é totalmente diferente, tornando o leite bovino mais prejudicial do que benéfico, então não deixe que a mídia paga pelas empresas te manipule. Duvide e pesquise de tudo que lhe é oferecido como milagroso, crie sua própria opinião e suas próprias conclusões, como eu venho fazendo.


DESVENDANDO AS MENTIRAS:

Antes de qualquer coisa, tudo que falei nesse post pesquisei em fontes confiáveis (deixarei o link de um trabalho científico no final do post para quem se interessar em ler o artigo completo). Se você não acredita, pergunte a médicos ATUALIZADOS (ortomolecular, nutricionistas, etc) e eles te dirão absolutamente a mesma coisa que eu estou dizendo aqui.


Você sabe por que o leite bovino é tão alergênico? Porque ele contém uma proteína chamada Betalactoglobulina que só é encontrada no leite bovino, ou seja, no nosso leite humano isso não existe.

Além disso, para a digestão do leite (que contém altos níveis de lactose) é necessária a enzima lactase, que a maioria de nós humanos deixamos de produzir aos 5 anos de idade, por conta disso, 75% da população mundial é intolerante a lactose.

Antigamente, uma vaca produzia cerca de 2 litros de leite por dia. Hoje em dia, através do uso de hormônios, as vacas podem produzir cerca de 24 litros de leite ao dia – notou algo errado aqui? Além de hormônios, os antibióticos usados nesses animais também deixam resquícios no leite, o qual nós ingerimos posteriormente.

E querendo ou não, o processo de pasteurização leva a perda de diversos nutrientes do leite.


AGORA, VAMOS AS VERDADES...

Enxaqueca – Estudos recentes demonstraram que pessoas que sofrem de enxaquecas tiveram os sintomas reduzidos significativamente após parar de consumir leite bovino.

Intestino Preguiçoso – Tem sido relacionado ao consumo de leite, tanto em crianças quanto em adultos.

Osteoporose – Uma das fontes de cálcio mais bem absorvida, foi demonstrado em estudos que o consumo de leite bovino tem a capacidade de aumentar a densidade óssea, no entanto, estudos mais recentes demonstraram totalmente o contrário, demonstrando ainda o consumo de leite pode favorecer à fraturas. Países que não fazem uso do leite na dieta, como a África e a Ásia, tem os menores índices de osteoporose.


Diabetes – Laticínios em geral estimulam a liberação de insulina pelo pâncreas (apesar de possuírem um baixo índice glicêmico), podendo levar a resistência à insulina, a qual esta relacionada a diversos distúrbios metabólicos, sendo associado ainda a Diabetes I.

Alergia – Muitas pessoas apresentam alergia as proteínas constituintes do leite bovino, os sintomas podem aparecer entre 45 minutos, em horas ou mesmo em dias.

Rinite/Sinusite/Gripe e Resfriados – O leite estimula a produção de muco, por conta disso, muitos médicos confirmam que retirar o leite da dieta reduz problemas respiratórios e recomendam que não se consuma quando estiver gripado. Tem-se ainda notado melhoras, quando suspenso o consumo de laticínios, nos casos de Otite e Alergias.

* Conheça o Chá para Curar a Gripe e o Chá para curar a Sinusite!

Cardiopatias – Os produtos lácteos em geral possuem grandes quantidades de gorduras saturadas (e você já deve estar cansado de ouvir que elas fazem mal, certo?).

Câncer – Alguns estudos demonstraram maior risco de câncer prostático (cerca de 30-50%) quando há grande ingestão de laticínios. Há ainda pesquisas relacionadas a alguns tipos de câncer de ovários, testículos, mama, estômago, pâncreas e pulmão. Isso pode estar relacionado ao resquício de substâncias hormonais e antibióticos.

Rins – O consumo excessivo de leite bovino leva a sobrecarga renal e ao alterar o pH sanguíneo, leva ao aumento da excreção de cálcio na urina.

Cálcio – A quantidade de cálcio presente no leite bovino realmente é alta. No entanto, o desequilíbrio dos demais nutrientes responsáveis pela absorção do cálcio (como o manganês) acabam fazendo com que o cálcio (que se encontra em excesso) seja depositado em outros tecidos, gerando: artrite, bursite, cálculos (renais/biliares), nódulos, esporão, etc. Além do desequilíbrio, durante o metabolismo das proteínas contidas no leite, o pH intestinal se torna alcalino, prejudicando a absorção de cálcio para os ossos. Isso não ocorre quando ingerimos legumes, verduras e frutas, pelo contrário, com a sua fermentação o pH intestinal se torna ácido, dificultando o crescimento de bactérias ruins e melhorando a absorção de cálcio e demais nutrientes.


Catarata – Algumas pesquisas descobriram maior índice de catarata em comunidades que consomem leite e seus derivados quando comparado a comunidades que evitam. Isso pode estar relacionado a lactose e a galactose.

Fadiga Crônica – Um estudo de 91 constatou em crianças que o consumo de leite bovino aumentou 44% o risco de desenvolver fadiga crônica.

Café com Leite – Há quem diga que o café pode interferir na absorção do cálcio presente no leite e que essa não seria uma boa combinação.


MAS NÃO CONSIGO VIVER SEM LEITE!

Como opções para quem não consegue retirar o alimento da dieta, estão: leite de soja, leite de coco (dá até para fazer em casa), leite de amêndoas ou de frutas oleaginosas.

Já no caso da manteiga, pode-se usar abacate ou manteiga de coco.

http://www.copraalimentos.com.br/produtos/
Veja nosso post completo sobre o Óleo de Coco.

No caso do iogurte, consuma iogurtes feitos com leite desnatado (zero).


MAS E O BENDITO DO CÁLCIO?

Existem outras fontes de cálcio na dieta, algumas inclusive melhores do que o leite. Em geral, todo alimento verde contém cálcio, entre eles: brócolis, couve, rúcula, espinafre, alface, almeirão e agrião; também os feijões, grão de bico, ervilha, lentilha e soja; castanhas e ameixas; e ainda o Tofu (queijo de soja).

Para se ter uma ideia 1 grama de brócolis, couve, rúcula ou espinafre contém cerca de 160mg de cálcio.

Confira também:
Carnes Magras
Tipos de Arroz
Tipos de Feijão
Fibras
Vitamina D

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Definição:

Médico Ortomolecular: Considerada como medicina alternativa, se baseiam na “teoria” de que muitas doenças, inclusive mentais, podem ser curadas ou prevenidas pela restauração dos níveis ideais de nutrientes presentes no organismo, como vitaminas e minerais, sendo assim, totalmente único e particular de acordo com cada pessoa.

Artigo:

Para quem se interessar em ler o artigo completo, clique aqui.